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BRASÍLIA,  SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO
 

Fatos que você provavelmente não sabia sobre o Dia Internacional da Mulher!

Símbolos de resistência e luta, por muitos anos a mulher teve sua voz suprimida, abafada pelas camadas sedimentadas de séculos de machismo e comportamento opressor; ao longo do tempo, entretanto, uma força própria do sexo feminino se manifestou: a perseverança.
No dia Internacional da Mulher e, para fechar uma semana em que falamos sobre elas, com chave de ouro, decidimos preparar mais uma lista. Desta vez, separamos alguns fatos que você provavelmente desconhece sobre a luta feminina ao longo da história que levaram às fortes mudanças culturais e à criação da data comemorada hoje no mundo todo.

1- Direito ao natural.
Embora seja uma luta antiga, não é novidade para ninguém que as mulheres sofrem, de forma geral, muitas retaliações no mercado de trabalho ao ficarem grávidas. O que você provavelmente não sabe é que essa foi uma das causas levantadas pelas operárias militantes nos primeiros protestos em defesa do direito da mulher, em 1857. Mais de um século depois, o direito, embora adquirido, ainda esbarra em críticas e, muitas vezes, em prejuízos para a mulher que decide engravidar.

2- Uma década para centenas de anos de luta.
As mulheres lutam por igualdade desde que o mundo moderno se estabeleceu. Na antiguidade, a repressão era ainda mais violenta diante dos ideais políticos e culturais. Mas, com o avanço das ideias feministas de igualdade entre os gêneros, em 1975 a ONU instituiu um plano de ação indicando práticas para eliminar a discriminação contra a mulher. Este planejamento foi preparado no ano conhecido como Ano da Mulher e a década a qual ele se refere, de Década da Mulher.

3- Luta pelo mundo. 
última conferência internacional para tratar de direitos das mulheres foi realizada em Pequim, na China, em 1995. Parece pouco tempo, mas já se passaram 24 anos.

4- Direitos e proteção.
Aqui vão dois dados que podem espantar: somente em 1934 as mulheres passaram a poder votar no Brasil. Isso significa que elas, que são maioria no país, não tiveram o direito de opinar sobre as políticas que atingiriam suas vidas até a primeira metade do século XX. Somente em 1985 uma delegacia voltada para a defesa da mulher foi construída, em São Paulo.

5- Mulheres que tomaram o poder.
Quem conhece a história de luta das mulheres sabe que não foi fácil, para elas, adquirirem direitos básicos. Uma vez que ganharam voz, foi possível lutarem por um espaço e representatividade no meio político também. A primeira mulher a se tornar representante de uma nação foi Sirimavo Bandaranaike, no Sri Lanka. Seu governo começou em 1960, sendo estendido em reeleição até 1970. Outros exemplos de países que já elegeram representantes mulheres são a Argentina, com Isabel Martínez de Perón e Brasil, com Dilma Rouseff. 17 nações possuíam mulheres como líderes em 2012.

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