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BRASÍLIA,  SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO
 

Cinco coisas que você provavelmente não sabia sobre HQ`s!

Colocar um universo inteiro dentro de uma revista parece impossível, mas é exatamente isso que as histórias em quadrinhos fazem há mais de um século. Com muita imaginação, elas despertam o interesse pela leitura dos pequenos e atravessam gerações, sendo transformadas até em coleções para os mais velhos.

Nesta semana nossa publicação trouxe cinco curiosidades que você provavelmente não sabia a respeito dos quadrinhos e os mundos que eles carregam.

1- Lembra do Gato Félix? O posto de bichinho mais querido do mundo pertenceu por muitos anos ao Félix, um simpático gatinho criado no início do século passado. O personagem, que ganhou até animação anos mais tarde, levou de brinde um fortíssimo concorrente; um ratinho chamado Mickey Mouse destronou o gatinho. Teria sido a primeira vez que um rato vence um gato?

2- O patriarca dos heróis. Bem no início do século XX surgia o herói dos heróis. Sob o título de The Clock, o personagem de George Brenner, reconhecido cartunista, chegou à um total de 28 publicações pela editora Quality, o que, para a época, foi um grande feito.

3- X-Men – super seller. X-Men é um sucesso em todos os aspectos; dos quadrinhos aos roteiros de animação e cinema, a história sempre foi um excelente negócio. Mas você consegue imaginar qual é a HQ mais vendida? A 1 produção de X-Men, feita por Jim Lee, que foi publicada em 1991, alcançando a marca de mais de 7 milhões de exemplares vendidos.

4- Batman já é terceira idade. O drama do herói Batman conquistou o coração dos leitores na metade do século passado. De lá para cá, o homem-morcego completou 80 aninhos e, para comemorar, a DC Com. lançou uma revista especial em homenagem ao herói. Será que ele está aproveitando a gratuidade no transporte público, ou continua circulando de Batmóvel?

5- Fashion Hulk Lidar com as cores nunca foi tarefa fácil no ramo dos quadrinhos; Aparentemente, o roteirista Stan Lee não queria associações étnicas com o personagem, fazendo com que ele fosse impresso em escala de cinza. Acontece que ao ver o resultado e as variações dos tons de cinza do personagem – que muitas vezes tendiam ao verde – , Stan Goldberg, colorista, preferiu aderir ao erro cromático e assumir o verdinho que todos nós conhecemos hoje.

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